
Juiz decreta prisão preventiva do casal Nardoni
Werther Santana/AE
Justiça aceita denúncia da promotoria e o juiz Maurício Fossen, do 2º Tribunal do Júri do Fórum de Santana, decreta prisão preventiva do casal Nardoni. Pai e madrasta de Isabella se tornam réus pela morte da menina.O promotor Francisco Cembranelli entregou na última terça-feira à Justiça denúncia contra o pai e a madrasta de Isabella, Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, e pediu a prisão preventiva do casal. No documento de 12 páginas entregue ao juiz do 2º Tribunal do Júri, Maurício Fossen, o promotor afirma que Anna Carolina esganou Isabella e Alexandre a jogou de uma altura de 20 metros, da janela do 6º andar do edifício na zona norte de São Paulo onde a família morava.O casal foi denunciado à Justiça por homicídio doloso triplamente qualificado - meio cruel, vítima sem possibilidade de defesa e para garantir a impunidade de delito anterior.As agressões à menina, afirmou o promotor, começaram após uma discussão acalorada entre o casal. "Há provas contundentes de que houve desentendimento, seguido de agressões a Isabella." A briga teria começado já no carro, onde, segundo Cembranelli, há marcas "irrefutáveis" de sangue.A prisão preventiva, argumenta Cembranelli, foi pela necessidade "de garantir a ordem pública, severamente abalada" e pelo reprovável "comportamento social dos denunciados".(informações Agência Estado)
Werther Santana/AE
Justiça aceita denúncia da promotoria e o juiz Maurício Fossen, do 2º Tribunal do Júri do Fórum de Santana, decreta prisão preventiva do casal Nardoni. Pai e madrasta de Isabella se tornam réus pela morte da menina.O promotor Francisco Cembranelli entregou na última terça-feira à Justiça denúncia contra o pai e a madrasta de Isabella, Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, e pediu a prisão preventiva do casal. No documento de 12 páginas entregue ao juiz do 2º Tribunal do Júri, Maurício Fossen, o promotor afirma que Anna Carolina esganou Isabella e Alexandre a jogou de uma altura de 20 metros, da janela do 6º andar do edifício na zona norte de São Paulo onde a família morava.O casal foi denunciado à Justiça por homicídio doloso triplamente qualificado - meio cruel, vítima sem possibilidade de defesa e para garantir a impunidade de delito anterior.As agressões à menina, afirmou o promotor, começaram após uma discussão acalorada entre o casal. "Há provas contundentes de que houve desentendimento, seguido de agressões a Isabella." A briga teria começado já no carro, onde, segundo Cembranelli, há marcas "irrefutáveis" de sangue.A prisão preventiva, argumenta Cembranelli, foi pela necessidade "de garantir a ordem pública, severamente abalada" e pelo reprovável "comportamento social dos denunciados".(informações Agência Estado)
Um comentário:
Detector: pai e madrasta mentiram
O perito em veracidade Mauro Nadvorny, da Truster Brasil, é categórico na análise de voz que ele fez para esta coluna, utilizando o detector de mentiras israelense AVM 6.50: Alexandre Nardoni, pai de Isabella, 5, e a madrasta Ana Carolina Jatobá mentiram ao “Fantástico” da Globo, domingo. Nadvorny concluiu, em seu laudo, que “existiu participação direta dos acusados na morte de Isabella”.
Conduzindo a versão
A análise da entrevista revela que “Ana Carolina foi quem, de fato, conduziu a entrevista” e “tentou manipular o entrevistador”.
Falando ao mesmo tempo
A Truster detectou uma amostra de “verdade”, 29 de “provavelmente mentindo”, dez amostras de “fraude” e 65 de “imprecisão”.
Não é bem assim
O software detectou “imprecisão” quando Ana Jatobá afirma: “nós somos totalmente inocentes”. Alexandre mentiu sobre viverem “em harmonia”.
Ele é o que parece
Alexandre Nardoni não foi “totalmente verdadeiro”, atesta o detector de mentiras, quando diz que a mídia descreve o casal de forma equivocada.
Vítima não queria morar com o pai
O laudo do perito Mauro Nadvorny também mostra “imprecisão” na fala de ambos de que foi “tudo foi sempre igual para os três” (filhos), mas aponta verdade quando disseram que “todos os filhos são muitos importantes”. O equipamento concluiu que é falsa a afirmação da madrasta Ana Carolina de que “nunca encostou a mão” (em Isabella). É também mentira que a menina tenha dito que queria morar com eles.
Dor verdadeira
Nadvorny avalia que Ana Jatobá foi verdadeira ao dizer que “dói” ser acusada de assassina e que uma terceira pessoa matou Isabella.
Eles brigavam
O detector revela imprecisão quando Alexandre fala do amor à filha, que brigas eram “normais” e que não discutiram no dia da morte da menina.
Detecta, não julga
O polígrafo israelense da Truster tem 95% de precisão e desvendou um assalto à sede do Banespa e outros crimes no Rio Grande do Sul e DF.
Fonte
Por : Claudio humberto
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