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segunda-feira, 26 de maio de 2008

O BOM DO BRASIL, SÃO OS BRASILEIROS!.

Atriz Brasileira do LINHA DE PASSE também brasileiro de Walter Salles é premiada no Festival de Cannes


Atriz do brasileiro "Linha de Passe" é premiada em Cannes
CANNES, França (Reuters) - O prêmio de interpretação feminina do 61 Festival de Cannes foi entregue neste domingo a Sandra Corveloni por seu papel no brasileiro "Linha de Passe", de Walter Salles e Daniela Thomas.
CANNES, França (Reuters) - O prêmio de interpretação feminina do 61 Festival de Cannes foi entregue neste domingo a Sandra Corveloni por seu papel no brasileiro "Linha de Passe", de Walter Salles e Daniela Thomas.
"Linha de Passe" trata da vida de quatro irmãos abandonados pelo pai ainda no primeiro tempo de suas vidas.
A história se desenrola na capital paulista, em uma família chefiada por Cleuza (Sandra Corveloni), uma empregada doméstica que cria os quatro filhos e espera um quinto de mais um pai desconhecido.
Reginaldo (Kaique de Jesus Santos), o único negro entre os filhos, tenta obstinadamente encontrar o pai. Dario (Vinicius de Oliveira) insiste, já aos 18 anos, em se tornar jogador de futebol. Dinho (José Geraldo Rodrigues) busca refúgio na religião e o mais velho, Dênis (João Baldasserini), se esforça para manter o filho, fruto de uma gravidez indesejada.
O único pretenso boleiro entre os irmãos é o interpretado por Vinicius de Oliveira, que se tornou famoso pelo papel do garoto Josué em "Central do Brasil".







GUGA NOSSO SEMPRE NÚMERO 1


Brasileiro protagonizou um jogo
recheado de emoção em Roland Garros



Guga foi aplaudido de pé em Roland Garros (Crédito: Agência Efe)LANCEPRESS!
O tenista Gustavo Kuerten perdeu para o francês Paul-Henri Mathieu, número 19 do mundo, por 3 sets a 0, parciais de 6/3, 6/4 e 6/2, em 1h30min, na estréia em Roland Garros, onde o brasileiro tem três conquistas, e se despediu das quadras no palco que se consagrou.
Guga entrou em quadra com um uniforme semelhante ao da sua primeira conquista em Paris, em 1997. O brasileiro recebeu o apoio da torcida local, que lotou a quadra Phillippe Chartrier, incentivando-o, que a todo instante mostrava desconforto no quadril, sendo até atendido no nono game do segundo set. Mas o brasileiro se esforçou ao máximo e conseguiu em alguns momentos reeditar o tênis que o consagrou.
No primeiro set Guga encontrou muitas dificuldades para confimar seu serviço. O francês conseguir quebrar o saque do brasileiro no quarto game, abrindo vantagem e fechando a parcial em 6/3.
Guga voltou melhor no segundo set e chegou a ficar à frente do placar, com 3/2. Mas teve o saque quebrado e Mathieu voltou a ter o domínio no placar, fazendo 4/3. Guga se recuperou devolvendo a quebra e empatando a partida. Entretanto, Guga não confirmou seu serviço e a vantagem voltou para o francês, que fechou o set no game seguinte.
Logo no terceiro game do segundo set Paul-Henri Mathieu conseguiu quebrar o saque de Guga, abrindo vantagem de 3/1. Guga diminuiu a vantagem mas voltou a ter seu serviço quebrado, vendo a diferença aumentar para 5/2. O brasileiro foi aplaudido de pé no sétimo game quando protagonizou um lindo lance na partida. Mas, na seqüência, Paul-Henri Mathieu confirmou seu serviço e venceu a partida.
Emocionado e sendo aplaudido de pé, Guga sentou no banco e não suportou a emoção: com o rosto envolvido em uma toalha, o brasileiro chorou, sendo ainda mais reverenciado pelo público presente. E não foi o fim da festa para Guga, que foi homenageado no centro da quadra, recebendo como troféu um pedaço da quadra de Roland Garros. Chorando ainda mais, o brasileiro agradeceu o apoio e falou da importância do torneio.- Para mim, foi incrível o que fiz aqui. Obrigado a todos. Estou muito feliz em ver a minha família aqui comigo hoje. É importante jogar para todos, em especial para eles - disse Guga, aplaudido de pé pelos torcedores.

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segunda-feira, 19 de maio de 2008

Oscar Niemeyer



Vida de Niemeyer é descrita em um volume da série "Folha Explica"; leia introdução
da Folha Online
Divulgação

Livro descreve a obra e a trajetória de 100 anos de Oscar Niemeyer
Durante 100 anos de vida, Oscar Niemeyer realizou obras singulares como o conjunto da Pampulha --projeto pioneiro de novas faces da arquitetura no mundo--, o Edifício Copan, o conjunto do Parque Ibirapuera e a criação de Brasília (ele trabalhou no plano piloto com a equipe de Lucio Costa). Entre seus projetos mais recentes estão o Sambódromo, o Memorial da América Latina e o Museu de Niterói.
O livro "Oscar Niemeyer", da série "Folha Explica" da Publifolha, mostra a trajetória deste que é um dos mais importantes criadores brasileiros vivos, reconhecido em todo o mundo. O livro conta com fotos e doze ilustrações feitas pelo próprio Niemeyer e foi escrito pelo consagrado Ricardo Ohtake, arquiteto formado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, mas que prefere considerar-se um designer gráfico.
-Veja entrevista com Ricardo Ohtake.-Veja vídeo em que Ricardo Ohtake conta como foi o convite para realizar a obra-Vídeo: Ohtake fala da capacidade de Niemeyer de criar ícones urbanos-Vídeo: Raquel Rolnik fala sobre a importância da obra de Niemeyer em SP
Niemeyer sempre se superou, com sua inegável capacidade de gerar novas idéias, buscar soluções até então desconhecidas e ousar na técnica. Leia a seguir a introdução do livro "Oscar Niemeyer".
*
Introdução
Segundo se ouve e se lê, Oscar Niemeyer é: o mais importante criador brasileiro vivo, reconhecido em todo o mundo; o único brasileiro que será lembrado no século 30; o arquiteto que realizou o maior número de importantes projetos construídos na história da humanidade. Afora estas tiradas midiáticas, mas que não deixam de ter sua dose de verdade, Niemeyer transformou em coisa corriqueira o fato de projetar obras importantes.
Reprodução

A ilustração feita por Oscar Niemeyer faz parte do livro da Publifolha, Série "Folha Explica"
Com soluções totalmente inesperadas, propostas estruturais fora de qualquer compêndio e uso de materiais simples, ele cria espaços comoventemente democráticos. Niemeyer praticamente banalizou o significado de "obra importante de arquitetura", pois quase anualmente produz (e vê construída) uma delas que, para qualquer arquiteto, seria o "projeto da vida".
Trabalhador inveterado, sempre com jornadas de 12 horas, inclusive aos sábados e domingos, na época de Brasília chegou a se mudar para um escritório de canteiro de obra, como funcionário da Novacap (Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil).
Em inúmeras ocasiões, abriu mão de receber honorários, por motivos éticos, ou se as amizades falassem mais alto. Apesar de sua produção monumental, sempre teve vida comedida e trabalha até hoje para viver. Jamais deixou de ter posições políticas claras. Militante convicto do Partido Comunista, só nos últimos tempos abandonou a posição partidária, sem que isso amenizasse seu protesto contra a desigualdade social existente no mundo.
Este livro segue os 100 anos de vida de Oscar Niemeyer. Começa pelos trabalhos anteriores ao do conjunto da Pampulha (1942), o primeiro projeto de sua total responsabilidade e pioneiro das novas faces da arquitetura que se implantavam no mundo. Daí até Brasília passou uma década e meia, tempo para Oscar desenvolver vários projetos de grande porte e preparar-se para enfrentar o maior desafio imaginado por um arquiteto: inventar a nova capital de um país. Quando ficou difícil trabalhar no Brasil, durante a ditadura militar, a Europa o recebeu de braços abertos.
Neste período, Niemeyer produziu obras que o tornaram ainda mais conhecido no mundo. Após sua volta (1974), com os preconceitos políticos diminuindo aos poucos devido à redemocratização, Niemeyer continuou a criar espaços de rara inventividade, por todo o país. Setenta anos de vida profissional, com muita clareza de onde e como focar o trabalho, muita rapidez nas ações, incansável no enfrentamento de desenhos e textos.
Mesmo num país subdesenvolvido e atuando nesta área difícil e cara que é a arquitetura, Niemeyer, com sua ousadia infinita, sempre soube até onde se pode chegar e muitas vezes chegou até onde ninguém tinha chegado antes. Se é comum a experiência de ter ido longe junto com ele Niemeyer é o nosso arquiteto, de todos nós, brasileiros, isso se deve, sem dúvida a seu sentido enorme de solidariedade, inseparável da obra que ele construiu.
"Folha Explica - Oscar Niemeyer"Autor: Ricardo OhtakeEditora: PublifolhaPáginas: 112Quanto: R$ 17,90Onde comprar: Nas principais livrarias, pelo telefone 0800-140090 ou pelo site da Publifolha

terça-feira, 13 de maio de 2008

Créditos ao Brasil








Vamos dar um crédito ao nosso Cineasta brasileiro
Fernando Meirelles
Data de Nascimento: 9/11/55
Signo: Escorpião
Local de Nascimento: São Paulo, Brasil
BIOGRAFIA
Fernando Meirelles dá início à carreira audiovisual ainda nos tempos de faculdade no curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo. Nos anos 80, funda a produtora Olhar Eletrônico com Marcelo Taz e produz a saga do repórter Ernesto Varella. Com produções publicitárias e programas de TV, dirige na TV Cultura o infantil Rá-Tim-Bum.
Em 1988, descobre-se cineasta com o Menino Maluquinho 2. O reconhecimento internacional chega em 2001 com o premiado Cidade de Deus - filme que lhe dá a indicação ao Oscar de melhor direção. O sucesso de Cidade de Deus leva-o a dirigir O jardineiro Fiel na Europa.

FOTOS





PRÊMIOS
Concorreu ao Leão de Ouro no Festival de Veneza, por O Jardineiro Fiel (2005);
Foi indicado ao Oscar de Melhor Diretor, por Cidade de Deus (2002);
Recebeu dois Golden India Catalina, nas categorias Melhor Filme e Melhor Direção no Festival de Cinema de Cartagena, por Cidade de Deus (2002);
Conquistou o Prêmio de Melhor Filme Ibero-americano no Festival de Cinema Mexicano de Guadalajara, por Cidade de Deus (2002).
CURIOSIDADES
Apesar de não revelar muito sobre sua vida pessoal, o cineasta lançou biografia escrita pela jornalista Maria do Rosário Caetano na coleção "Cineastas" da Imprensa Oficial.
FILMES
Cegueira

CegueiraCidade Misteriosamente tomada por uma doença que tira a vista dos moradores e apenas uma mulher consegue continuar enxergando. Previstade estria: 19 de setembro.
INFORMAÇÕES
Diretor:
Fernando Meirelles
Elenco:
Mark Ruffalo, Gael GarcBernal, Danny Glover
Nome Original:
Blindness
Ano:
2008
Pa
JAP/BRA/CAN